Behavior of improved varieties and creoles of rice at the Baixada Maranhense


Behavior of improved varieties and creoles of rice (Oryza sativa L.) at the Baixada Maranhense


Ivaneide de Oliveira Nascimento1*, Antônia Alice Costa Rodrigues1, Raimunda Nonata Santos de Lemos1, Maria Rosangela Malheiros Silva1, Francisco de Assis dos Santos Diniz1, Leonardo de Jesus Machado Gois de Oliveira1 and Erlen Keila Cândido e Silva1 
1 Post-Graduation Program of Agroecology, Maranhão State of University, Campus São Luís, São Luís, Maranhão State, Brazil.


American Journal of Agricultural Research

This study aimed to evaluate the performance of the different varieties of creole and improved seeds of rice regarding the productive aspects and disease resistance in the experimental field of the Farm School of São Benedito and in area of farmer in Arari -MA. It was used improved seeds of rice (Primavera, Emeralds, Sertaneja, BR Irga 420, Serra Dourada, Arariba), and creoles (Palha Murcha, Rice Vermelho and Come Cru), which constituted the treatments in a randomized block design with four replications, plots of 10 m2 useful area of 2.70 m2. In the aspect of grain yield, the creole varieties Palha Murcha and Rice Vermelho presented respectively mean grain yield (x= 1.472 kg ha-1; x=1.374 kg ha-1), within the average expected for Maranhão and equal to the variety improved Arariba, in the municipality of Arari. In São Bento, the varieties Palha Murcha, BR Irga 420, Arariba, Sertaneja, Esmeralda and Primavera produced above average (1.580 kg ha-1) for Maranhão. As for the resistance to diseases, all varieties were moderately resistant to diseases brown spot and Grains spots. The varieties Primavera, Esmeralda, Sertaneja, BR Irga 420, Serra Dourada, Arariba and Palha Murcha had a high susceptibility to leaf scald in São Bento. There was incidence of narrow spot at the improved varieties Arariba and Br Irga 420, with behavior moderately resistant, the other varieties were resistant to this disease in Arari. Therefore, the rescue of creole seeds is important and enables the development of agro agriculture.


Keywords: Varieties of rice; productive performance; resistance to disease.

Free Full-text PDF


How to cite this article:
I. O. Nascimento1*, A. A. C. Rodrigues, R. N. S. Lemos, M.R. M. Silva, F. A. S. Diniz, L.J.M. Oliveira and E. K. C. Silva. Behavior of improved varieties and creoles of rice (Oryza sativa L.) at the Baixada Maranhense. American Journal of Agricultural Research, 2016,1:8. DOI: 10.28933/nascimento-ajar-2016


References:

1. Alves SA; Marques GP, Mendonça MR (2014). A produção de sementes de variedades creoles e a construção da autonomia camponesa no movimento camponês popular – MCP – no Brasil. Disponível em: http://observatoriogeograficoamericalatina.org.mx/egal14/Geografiasocioeconomica/
2. Geografia agrícola/64.pdf. Acesso em: fev. 2016.
3. Araújo ES. Diversidade genética e acúmulo de proteína de reserva em arroz da baixada maranhense-MA. 2002. Tese (Doutorado em Agronomia) – Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro. 2002. 60p.
4. Barros LS, Rudnick VAS, Polizel AC, Solino JS, Bruscke EL (2010). Reação em genótipos de arroz de terras altas às doenças fúngicas. Enciclopédia Biosfera. 6(11):1-6.
5. Bespalhok FJC, Guerra EP, Oliveira R (2016). Melhoramento para resistência a doença. In: Bespalhok FJC, Guerra EP, Oliveira R. Melhoramento de plantas. Disponível em www.bespa.agrarias.ufrpr.br, p.1-9, 2016. Acesso em: 10 de julho de 2016.
6. Brasil. Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. Projeções do Agronegócio: Brasil 2014/2015 a 2024/25, projeções de longo prazo. Brasília-DF: MAPA, 6.ed., 2015.
7. Centro Internacional de Agricultura Tropical (CIAT) (1983). Sistema de evaluación estandar para arroz. 2 ed. Cali, 61 p.
8. Conab, Companhia Nacional de Abastecimento (2013). Acompanhamento de safra brasileira: grão, maio, 2013. Conab. Brasília: Conab, 36p.
9. Embrapa. Portal Embrapa. Instituições públicas e privadas buscam fortalecer a cadeia produtiva do arroz no Maranhão. Reportagem de 21.05.2015. https://www.embrapa.br/…/instituicoes-publicas-e-privadas-buscam-fortal. Acesso: em 10 de outubro de 2015.
10. Didonet AD (2007). Produção comunitária de sementes: segurança alimentar, desenvolvimento sustentável e cidadania. Santo Antônio de Goiás: Embrapa Arroz e Feijão.
11. Franco CD, Corlett FMF, Schiavon G (2013). de A. Percepção de agricultores familiares sobre as dificuldades na produção e conservação de sementes crioulas. Cadernos de Agroecologia. 8(2): 1-5.
12. Funck GRD, Alves RC, Del PONTE, EM (2005). Grandes Culturas. Arroz. In: Fitopatologia.net – herbário virtual. Departamento de Fitossanidade. Agronomia, UFRGS. 2005.
13. Guimarães CM, Stone LF, Neves PCF (2008). Eficiência produtiva de cultivares de arroz com divergência fenotípica. Revista Brasileira de Engenharia Agrícola e Ambiental. 12(5):465-470.
14. Khush GS (1995). Aumento do potencial genético de rendimento do arroz: perspectives e métodos. In: Conferência Internacional de Arroz para a América Latina e o Caribe, 1994, Goiânia. Arroz na América Latina: perspectivas para o incremento da produção e do potencial produtivo. Goiânia: EMBRAPA-CNPAF, 1995.p. 13-29.
15. Korndorfer GH, Snyder GH, Uchoa, Datnoff LE (2001). Calibration of soil and plant silicon analysis for rice production. Journal of Plant Nutrition. 24(7): 1071 – 1084.
16. Malheiros, M. G., Acúmulo e remobilização de NO3- e eficiência de uso de nitrogênio em variedades tradicional e melhorada de arroz (Oryza sativa L.). Dissertação do Instituto de Agronomia. Seropédica: UFRRJ. 2008. 70p.
17. Mooney PR. O Escândalo das Sementes: o domínio na produção de alimentos. Trad. Adilson D. Paschoal. São Paulo: Nobel, 1987, 145p.
18. Morais OP, Castro EM, Soares AA, Guimarães EP, Chatel M, Ospina Y, Lopes AM, Pereira JA, Utumi MM, Cordeiro ACC (2005). BRSMG Curinga: Cultivar de Arroz de Terras Altas de Ampla Adaptação para o Brasil. Embrapa Arroz e Feijão. Comunicado Técnico 114. Santo Antônio de Goiás – GO.
19. Paiva RF (2013). Nutrição e fitossanidade. In: SILVA, J. C.; SILVA, A. A. S.; ASSIS, R. T. Sustentabilidade produtiva e inovação no campo. Uberlândia: Composer, p. 45-56.
20. Petersen P, Silveira L, Dias E, Curado F, Santos A (2013). Sementes ou grãos? Lutas para desconstrução de uma falsa dicotomia. Agriculturas. 10(1): 36-45..
21. Pinheiro BS, Castro EM, Guimarães EP (2006). Sustainability and profitability of aerobic rice production in Brazil.Field Crops Research. 97(1):34-42.
22. Prabhu AS, Filippi M. CC. Controle genético, progresso e perspectivas. Santo Antônio de Goiás: Embrapa Arroz e Feijão, 2006. 388p.
23. Reis MS, Soares AA, Cornélio VMO, Soares PC, Guedes JM, Costa Júnior GT (2007). Comportamento de genótipos de arroz de terras altas sob sistemas de plantio direto e convencional. Pesq Agropec Trop. 37(4):227-232.
24. Santos LA. Absorção e remobilização de NO3- em arroz (Oryza sativa L.): Atividade das bombas de prótons e a dinâmica do processo. Tese de Mestrado, 68UFRRJ: Seropédica, Brasil, 2006.
25. Silva-Lobos VL, Lacerda MG, Filippi MC, Silva GB, Prabhu AS (2011). Influência da adubação nitrogenada, época de plantio e aerosporos sobre a severidade da mancha de grãos em arroz de terras altas. SummaPhytopathologica. 37(3):110-115.
26. Villar PM, Del DA, Ferreira NLS et al. Cadeia produtiva do arroz no Estado do Maranhão. Teresina: EMBRAPA Meio-Norte/CIRAD, 2001. 136p.
27. Zonta JB, Silva FB (2014). Dinâmica da orizicultura no Maranhão. Revista de Política Agrícola. Ano XXIII, (2).