Healing Relationships: co-therapists animals


Healing Relationships: co-therapists animals


Daniela Maria Bastos de Souza¹; Mariana Gomes do Rêgo²; Lorena D’Andrade Aires³; Ewerton Henrique Brito Silva Cardoso³; Diego Lucas Couto Paes Barreto de Carvalho³

¹Professor of Pharmacology, Department of Animal Myphology and Physiology, Federal Rural University of Pernambuco. ² Department of Animal Myphology and Physiology, Federal Rural University of Pernambuco. ³Department of Veterinary Medicine, Federal Rural University of Pernambuco.


Global Journal of Urology and Nephrology

Anxiety and Depression
Throughout history, humans have created various “instruments” for the survival of their species, including a need for socialization. These social relationships do not always occur successfully and when they do, there are behavioral changes, such as anxiety disorder, depression and even risk of suicide (SAVALLI; ADES, 2016; SOUSA; OLIVEIRA; CALOUI, 2018).
Social Anxiety Disorder (SAD) presents as main resources exacerbated fear or anxiety in social situations. Also called Social Phobia, SAD usually manifests itself before or during moments of interaction, as well as in situations where the individual feels observed or exposed to the approval of others (APA, 2013). This disorder is a consequence of one or several factors, whether psychological, biological or arising from lived situations (GOMES, 2014).
Those who suffer from SAD tend to exhibit more reclusive habits, reducing their social circle to only their family members and to avoid situations in which they need to speak or even eat in the public. Physically, anxiety disorder usually manifests as hand tremors, flushing, nausea, frequent urination and/or panic attacks, signs that negatively influence the behavior of the affected individual and may cause a more intense degree of social isolation. Social Phobia physiologically impairs the functionality of the hypothalamus, pituitary gland, and adrenal glands, producing changes in production and releasing of several important hormones, such as adrenaline and cortisol. This physiological change implies the maintenance of alertness, increases heart rate, alter body blood flow, and digestive processes and pupil dilation, these signals being the preparation of the body for situations of fight or escape. From the biological point of view, these characteristics are important for the survival of individuals. However, in the anxiety scenario, these effects are constantly manifesting, leading to the predominance arc of deleterious effects on the individual’s life. Early aging and cognitive signs, such as memory problems, difficulty in reasoning and decision making, are characteristics of anxiety (BELLETATO, 2019). Also, people affected by this disorder often perceive the environment around them as threatening and have negative thoughts about themselves and their capabilities (VIANNA; CAMPOS; FERNANDEZ, 2009).


Keywords: Healing Relationships, co-therapists animals

Free Full-text PDF


How to cite this article:
Daniela Maria Bastos de Souza; Mariana Gomes do Rêgo; Lorena D’Andrade Aires; Ewerton Henrique Brito Silva Cardoso; Diego Lucas Couto Paes Barreto de Carvalho³ Healing Relationships: co-therapists animals.American Journal of Psychiatric Research and Reviews, 2020, 3:21. DOI: 10.28933/ajprr-2020-06-1005


References
1. ALLIEVI, K. P. et al. Gatos como co-terapeutas na terapia assistida por animais: resultados preliminares. VIII Mostra Nacional De Iniciação Científica e Tecnologia Interdisciplinar, 8., 2015, Santa Rosa do Sul. Anais […]. Santa Rosa do Sul: Instituto Federal Catarinense, 2015.
2. ALMEIDA, F. A.; NASCIMENTO, A. A.; DUARTE, A. M. Terapia Assistida por Animais: A experiência dos enfermeiros com o uso desta prática em um Hospital Oncológico. V Congresso Ibero-Americano de Investigação Qualitativa, 5., 2016, Porto, Portugal. Atas – CIAIQ […]. Porto: Investigação Qualitativa em Saúde, 2016. p. 738-747, v. 2.
3. AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION (APA). DSM-5 – Diagnostic and Statistical Manual of Mental Disorders. 5. ed. Arlington, VA: American Psychiatric Association, 2013.
4. BAPTISTA, M. N. Suicídio: Aspectos Teóricos e Pesquisas Internacionais. In: BAPTISTA, M. N. (Org.) Suicídio e depressão: atualizações. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004. p. 3-23.
5. BELLETATO, L.; BANHATO, E. F. C. Transtorno de Ansiedade Social (TAS) ou Fobia Social: Contribuições da Terapia Assistida por Animais (TAA). Cadernos de Psicologia, Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora – CES/JF, Juiz de Fora, v.1, n.1, p. 96-114, June 2019.
6. CAETANO, E. C. S. Contribuições da TAA – Terapia Assistida por Animais à Psicologia. 2010. 69 f. Monografia (Graduação em Psicologia) – Universidade do Extremo Sul Catarinense, UNESC, Criciúma, 2010. Retrieved from: <http://patastherapeutas.org/wp-content/uploads/2015/07/As-contribuia%CC%81%E2%80%B0es-da-TAA-O%CC%88-Psicologia.pdf>. Accessed in: October 29, 2019.
7. DELARISSA, F. A. Animais de Estimação e Objetos Transicionais: uma aproximação psicanalítica sobre a interação criança animal. 2003. 409 f. Dissertação (Mestre em Psicologia) – Faculdade de Ciências e Letras de Assis, Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” – UNESP, Assis, 2003. Retrieved from: <https://repositorio.unesp.br/bitstream/handle/11449/97655/delarissa_fa_me_assis.pdf?sequence=1>. Accessed in: October 29, 2019.
8. DILGER, A.P. Patinhas Que Curam: Centro de Terapias Assistidas por Animais (TAA) em Curitiba-PR. 2018. 202 p. Trabalho de Conclusão de Curso (Bacharelado em Arquiterura e Urbanismo). Universidade Tecnológica Federal do Paraná, Curitiba, 2018. Retrieved from: <http://repositorio.roca.utfpr.edu.br/jspui/bitstream/1/11904/1/CT_DEAAU_2018_1_01.pdf>. Accessed in: October 29, 2019.
9. DOMINGUES, C. M. Terapia Fonoaudiológica Assistida Por Cães: Estudos de casos clínicos. 2007. 148 f. Dissertação (Mestre em Fonoaudiologia) – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2007. Retrieved from: <http://patastherapeutas.org/wp-content/uploads/2015/07/Tese-camila.pdf>. Accessed in: October 29, 2019.
10. DORNELAS, K. C. A.; DORNELAS, O. A. A.; VIEIRA, F. T. A. Percepção dos Estudantes da Área de Saúde Sobre o Relacionamento Humano-Animal e a Terapia Assistida por Animais (TAA). Relato de Pesquisa. Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória, 2011.
11. DOTTI, J. Terapia e Animais. São Paulo: Noética, 2005. 294 p.
12. DOTTI, J. Terapia e Animais: Atividade e Terapia Assistida por Animais – A/TAA: Práticas para Organizações, Profissionais e Voluntários. São Paulo: Livrus, 2014. 304 p.
13. GOMES, D. A. G. Construção da Escala Cognitiva e Comportamental de Ansiedade Social (ECCAS). 2014. 114 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) – Universidade Federal de Juiz de Fora, Juiz de Fora, Minas Gerais, 2014. Retrieved from: <http://www.ufjf.br/ppgpsicologia/files/2010/01/Daniel-Alexandre-Gouvea-Gomes.pdf>. Accessed in: October 29, 2019.
14. GONÇALVES, J.O.; GOMES, F. G. C. Animais Que Curam: A Terapia Assistida por Animais. Revista Uningá Review, Maringá, Vol.29, n.1, p. 204-210, january 2017. Retrieved from: < http://revista.uninga.br/index.php/uningareviews/article/view/1907>. Accessed in: October 29, 2019.
15. KASSIS, A. O amor que fica. Revista Kalunga, São Paulo, ano XXX, n. 139, p. 24-25, 2002.
16. KRUGER, K.; SERPELL, J. A. Animal-assisted interventions in mental health: Definitions and theoretical foundations. In: Fine A. H. (Org.) Handbook on Animal Assisted Therapy: Theoret-ical foundations and guidelines for practice. London: Elsevier, 2006. p.21-38.
17. KRUGER, K.; TRACHTENBERG, S.; SERPELL, J. A. Can animals help humans heal? Animal-assisted interventions in adolescent mental health, 2004, Pennsylvania. Conference Paper […], 2004. 39 p. Retrieved from: <https://www.researchgate.net/publication/234839772_Can_Animals_Help_Humans_Heal_Animal-Assist-ed_Interventions_in_Adolescent_Mental_Health>. Accessed in: October 29, 2019.
18. LANTZMAN, M. O cão e sua família: temas de amor e agressividade. 2004. 272 f. Tese (Doutorado em Psicologia) – Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, São Paulo, 2004. Retrieved from: <https://tede2.pucsp.br/handle/handle/15658 >. Accessed in: October 29, 2019.
19. LEAL, G.; NATALIE, K. Animais terapeutas. Mente e Cérebro, São Paulo, v. 169, p. 40-47, 2007.
20. LOPES, E. S. F. Delfinoterapia: Revisão da Literatura. 2007. 59 f. Monografia (Graduação em Desporto e Educação Física) – Faculdade de Desporto, Universidade do Porto, Portugal, 2007. Retrieved from: <https://www.psicologia.pt/artigos/textos/TL0093.pdf>. Accessed in: 28 out. 2019.
21. MACHADO, J. A. C. et al. Terapia assistida por animais (TAA). Revista Científica Eletrônica de Medicina Veterinária, Garça – São Paulo, ano VI, n.10, 2008.
22. MARQUES, M. I. D. Violência em Contexto psiquiátrico: Avaliação da Eficácia de um Programa com Atividades Assistidas por Animais. 2008. 363 f. Dissertação (Doutorado em Saúde Mental) – Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar, Universidade do Porto, Portugal, 2008. Retrieved from: <https://repositorio-aberto.up.pt/bitstream/10216/54320/2/Tese%20completa%20UPorto.pdf>. Accessed in: October 29, 2019.
23. MENZIES Inc. Animal Assisted Therapy and Young People: A review of selected literature. RHMSS Pty Ltd., p. 1-39, 2003.
24. MIOTTI, U.; ANTONI, C. Terapia assistida por animais (TAA): alternativa terapêutica no contexto comunitário. In: HUTZ, C. S. (Org.) Prevenção e intervenção em situações de risco e vulnerabilidade. São Paulo: Casa do Psicólogo, 2007.
25. MOREIRA, R. L. et al. Assisted therapy with dogs in pediatric oncology: relatives’ and nurs-es’ perceptions. Revista Brasileira de Enfermagem, v. 69, n. 6, p. 1122-1128, 2016. Retrieved from: <http://www.scielo.br/pdf/reben/v69n6/en_0034-7167-reben-69-06-1188.pdf>. Accessed in: October 29, 2019.
26. MOTTI, G. S. Prática da equoterapia como tratamento para pessoas com ansiedade. 2007. 115 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia) – Universidade Católica Dom Bosco, Campo Grande, MS, 2007. Retrieved from: <https://site.ucdb.br/public/md-dissertacoes/7977-a-pratica-da-equoterapia-como-tratamento-para-pessoas-com-ansiedade.pdf>. Accessed in: October 29, 2019.
27. SAVALLI, C.; ADES, C. Benefícios que o convívio com um animal de estimação pode promover para a saúde e bem-estar do ser humano. In: CHELINI, M. O. M.; OTTA, E. Terapia Assistida por Animais. 1. ed. Barueri, São Paulo: Manole, 2016. p. 23-43.
28. SERPELL, J. A. The Domestic Dog: Its Evolu-tion, Behaviour and Interactions with People. Cambridge: Cambridge University Press, 1997. 284 p.
29. SERPELL, J. A. Animal-assisted interventions in historical perspective. In: FINE, A. (Ed.), Hand-book on animal-assisted therapy: Theoretical foundations and guidelines for practice. 2. ed. San Diego: Academic Press, 2006. p. 21-28.
30. SERPELL, J. A.; COPPINGER, R.; FINE, A. H. Welfare considerations in therapy and assistance animals. In: FINE, A. H. (Org.). Handbook on An-imal Assisted Therapy: Theoretical foundations and guidelines for practice. 2. ed. San Diego: Academic press, 2006. p. 453-474.
31. SILVA, C. M. B. L. Atividade Assistida por Animais – Uma Proposta de Inclusão Educacional com a Utilização de Animais de Estimação. 2011. 71 f. Monografia (Especialização em Desenvolvimento Humano, Educação e Inclusão Escolar) – Instituto de Psicologia, Universidade de Brasília, Brasília, 2011. Retrieved from: <http://bdm.unb.br/bitstream/10483/2510/1/2011_CassiaMariaBorbaLinsdaSilva.pdf>. Accessed in: October 29, 2019.
32. SILVA, J. M. Terapia Assistida por Animais (Revisão de Literatura). 2011. 39 f. Monografia (Graduação em Medicina Veterinária) – Universidade Federal de Campina Grande, Patos, 2011. Retrieved from: <https://cstr.ufcg.edu.br/grad_med_vet/monos%202011_2/Juciana%20Miguel%20da%20Silva/Tearapia%20Assistida%20por%20Animais.pdf>. Accessed in: October 29, 2019.
33. SILVA, O. R. T.; SILVEIRA, M. M. O uso de psicofármacos por crianças e adolescentes em um Centro de Atenção Psicossocial Infantil. Infarma – Ciências Farmacêuticas, v. 31, n. 3, p. 210-218, 2019. DOI 10.14450/2318-9312.v31.e3.a2019.pp210-218. Retrieved from: <http://www.revistas.cff.org.br/?journal=infarma&page=article&op=view&path%5B%5D=2527>. Accessed in: October 29, 2019.
34. SOUSA, R. F. D.; OLIVEIRA, Y. R.; CALOUI, I. B. F. Ansiedade: aspectos gerais e tratamento com enfoque nas plantas com potencial ansiolítico. Revinter, v. 11, n. 1, p. 33-54, 2018. Retrieved from: <http://www.revistarevinter.com.br/minhas-revistas/2018/v-11-n-1-2018-volume-11-numero-1-fevereiro-de-2018-sao-paulo/218-ansiedade-aspectos-gerais-e-tratamento-com-enfoque-nas-plantas-com-potencial-ansiolitico/file>. Accessed in: October 29, 2019.
35. VIANNA, R. R. A. B.; CAMPOS, A. A.; FERNANDEZ, J. L. Transtornos de ansiedade na infância e adolescência: uma revisão. Revista Brasileira de Terapias Cognitivas, v. 5, n. 1, p. 46-61, 2009. Retrieved from: <http://pepsic.bvsalud.org/pdf/rbtc/v5n1/v5n1a05.pdf>. Accessed in: October 29, 2019.
36. VIVALDINI, V. H. Terapia Assistida por Animais: Uma bordagem lúdica em Reabilitação Clínica de pessoas com deficiência intelectual. 2011. 91 f. Dissertação (Mestrado em Psicologia da Saúde) – Universidade Metodista de São Paulo, São Bernardo do Campo, 2011. Retrieved from: <http://tede.metodista.br/jspui/bitstream/tede/1462/1/Viviane%20Heredia%20Vivaldini.pdf>. Ac-cessed in: October 29, 2019.