Application of Tactical Models in Embryology Teaching for Visually Disabled


Application of Tactical Models in Embryology Teaching for Visually Disabled


Matheus Alves Siqueira de Assunção1*, Fálba Bernadete Ramos Anjos2

1Graduates of the Biological Sciences course – Bachelor’s Degree, Biological Sciences Center, Federal University of Pernambuco (UFPE), 2Professor of the Federal University of Pernambuco (UFPE).


International Research Journal of Obstetrics and Gynecology

Objective: Apply the idea of tactile models as a tool for embryology teaching for the visually impaired, facilitating learning by encouraging student, sharpening his curiosity and facilitating the teaching-learning process.

Method: It was proposed to make tactile models based on the schemes and photos used by normovisual students found in the base books of the study of Embryology, using cheap and easy-to-handle materials.

Results: The models were used by the visually impaired student during classes following the discipline schedule and were also used as objects of assessment.

Conclusion: The applicability of the tactile models met expectations, since the student can obtain full knowledge of the subject in an inclusive manner and can have the same type of learning as the normovisual students.


Keywords: Disability; visual; teaching; tactile; embryology.

Free Full-text PDF


How to cite this article:
Matheus Alves Siqueira de Assunção, Fálba Bernadete Ramos Anjos. Application of Tactical Models in Embryology Teaching for Visually Disabled. International Research Journal of Obstetrics and Gynecology, 2020, 3:25. DOI: 10.28933/irjog-2020-03-1005


References

1. BERTALLI, J.G. Ensino de Química para deficientes visuais. URFP, 2008.
2. CAMARGO FILHO, S. F. M., BICA, F. (2008) Acessibilidade digital para cegos: Um modelo de interface para utilização do mouse. In Actas do XIX Simpósio Brasileiro de Informática na Educação. Disponível em: http://200.169.53.89/download/CD%20congressos/2008/SBIE/ Acedido a 16/12/2019.
3. GARCIA, M.F.F. Repensando a botânica. In: Coletânea do 7º Encontro Perspectivas do Ensino de Biologia, São Paulo, 2 a 4 de fev. 2000.
4. KINOSHITA, L.S. Verdes Olhares. 2005. Disponível em http://www.unicamp.br. Acessado em 01 de dezembro de 2019.
5. LEDERMAN, S.J., KLATZKY, R.L. Hand movements: a window into haptic object recognition. Cognitive Psychology: General, 114: 342-368, 1987.
6. MARTINS, P.L. O. Didática teórica / Didática prática. Para além do confronto. 6a ed. São Paulo, SP: Edições Loyola, 2000.
7. MATTELARD, A. A comunicação representa um novo horizonte das utopias totalizantes, incorporando a aposta do “progresso infinito”. In: O novo estado do mundo: 80 ideias-força para entrar no século XXI. Porto: Campo das Letras, 2000.
8. PIAGET, J. Psicologia da primeira infância. In KATZ, David. Psicologia das idades. São Paulo: Manole, 1988.
9. SILVA, L.M. Metodologia para o ensino de Botânica: o uso de textos alternativos para a identificação de problemas da prática social. Revista brasileira de estudos pedagógicos. Brasília, v. 88, n. 219, p. 242-256, maio/ago. 2007.